O ser humano foi criado segundo um padrão de perfeição e harmonia, mas no decorrer de sua trajetória, uma gama de situações conflituosas: suas experiências, geraram traumas e desequilíbrios, que contribuíram para causar conflitos internos distanciando-o da harmonia tão desejada.
Infelizmente, para a maioria dos indivíduos, a incapacidade de responder aos acontecimentos de forma positiva é algo tão natural, que a desarmonia já tornou-se parte do seu dia-a-dia.
Este descompasso diário acaba gerando um desequilíbrio tão grande, que quadros patológicos se instalam no corpo físico e a recuperação só acontece quando há a compreensão da causa fundamental da doença.
Assim, entender a origem da doença é o primeiro passo para o equilíbrio. De acordo com o Dr. Edward Bach – criador do sistema Floral que leva o seu nome – o que conhecemos como doença é o estágio final de um distúrbio muito mais profundo. Isto quer dizer que não basta cuidar somente do resultado final, uma vez que este não será efetivo a menos que se descubra a causa fundamental da doença.
Vemos então, que o reencontro da saúde não está nos aspectos físicos da matéria, e sim em sua contra-parte energética, espiritual e ativa.
Analisando o indivíduo como matéria e energia, percebemos que ele possui um corpo mecânico, devidamente sistematizado organicamente e ao mesmo tempo possui uma trama de fios energéticos igualmente sistematizados que se reorganizam o tempo todo, para que haja um estado funcional em equilíbrio.
Quando este equilíbrio se rompe, um estado desarmonioso ocorre e aquilo que chamamos doença, se instala.
O que o Dr. Bach falava há mais de 70 anos, e é atestado hoje pela psiconeuroimunologia, é que o estado emocional e mental de uma pessoa interfere profundamente no seu estado de saúde. Isto quer dizer que estar equilibrado emocionalmente e mentalmente é ter um sistema metabólico em bom funcionamento. Analogamente, metabolizar as experiências é como absorver os nutrientes saudáveis da alimentação.
Abaixo segue um pequeno trecho retirado da Revista Saúde Preventiva, onde a oncologista Maria Belmira P.de Almeida Garcia, expõe a sua opinião sobre as principais causas das doença:
“Quando as angústias não são digeridas, o corpo grita e exige uma mudança de atitude…..Todo sentimento e emoção sentidos precisam ser respeitados e compreendidos para não prejudicarem o corpo. É isso que levaria uma situação estressante a se transformar em um aviso do corpo, como uma dor de estômago. Sem dar a devida atenção, isso poderia virar algo mais sério como uma úlcera. E, se mesmo assim, as angústias não são “digeridas”, entendidas, aceitas, o corpo grita, podendo surgir então o câncer”.
Normalmente, com um quadro patológico já estabelecido, não encontramos recursos suficientes em nós mesmos para compreender ou mesmo enfrentar uma situação ou um problema que nos está afetando e impedindo o andamento saudável de nossas vidas. Em geral o retorno ao equilíbrio requer auxílio externo, ou seja, impulsos que reforcem no ser à sintonia com a perfeição.
É aqui que entra a Terapia Floral!
As flores desempenham esta função mediadora. Os Florais colocam-nos em contato com padrões de altíssima vibração, elevando o nosso nível vibratório, auxiliando na recuperação da saúde mental, emocional e consequentemente na física.
Como toda e qualquer terapia, o Floral não funciona sozinho. Ele auxilia trazendo à consciência novas formas de se enxergar a realidade, a descoberta de valores elevados, atuando especificamente na condição emocional da pessoa afetada. Mas a atitude reflexiva sobre a situação para a possível mudança ou mesmo adaptação, depende unicamente do indivíduo.
O efeito ao se tomar os florais, não é suprimir as atitudes negativas e sim transforma-las em positivas, estimulando o potencial de auto-cura na pessoa.
Sonia Parucker
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